Novas experiências nos ajudam a entender a ciência moderna, de que a física explica em modelos matemáticos e de que a química, a transformação. O que torna bonito perceber nesta paisagem inundada é que há muitos modelos acontecendo simultaneamente, tal qual a "Teoria das Cordas". E vemos o que há embaixo disso tudo: grandes árvores simplesmente inundadas.
A força colossal do Rio Negro se fazendo valer do Princípio de Arquimedes e as árvores, o Princípio da Inércia. O colossal rio usando sua Força de Atrito e fazendo com que a canoa destes ribeirinhas seja provada no Princípio da Dinâmica. E, claro, este senhor com sua esposa (imaginamos nós) usando a Força Motriz, a Impulsão. Agora tudo isso está lá, descrito nesta foto. Mas, e o aroma deste lugar? que experiência você imagina?
Pois bem, caro desbravador: um cheiro amadeirado, molhado, verde, exatamente o que há embaixo desta água toda.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Quando se descobre o inevitável: domar a natureza
Sim, a natureza indomável se expõe com seus longos ramos cheios de vida. Uma planta qualquer, por exemplo, onde você retira uma folha e a amassa em sua mão: há um aroma nela. Um processo físico-quimico transformou a folha num aroma!
Há plantas que não exalam seu "perfume característico" senão por meio da fotossíntese. Uma sublime experiencia biotecnológica natural que se transforma durante o dia (ou a noite, conforme a espécie) num frescor e em sensações.
Pois bem. Em plena floresta amazônica em 2008 vimos o cenário de cima: buritizeiros! Árvores mui inteligentes que sabem muito bem onde crescer - perto de charcos -, informando ao desbravador que lá próximo, bem próximo, há água. Elas só nascem ondem há abundante presença de água.
Essa paisagem, quando se pensa numa densa floresta como a Amazônia, contrasta muito o imaginável - Amazônia igual a "Floresta Densa", ou seja, nem tudo o que se imagina é real. E isso vale exatamente a experiência inicial, de querer tirar aromas de plantas que fazem fotossítense. Formas há, mas só quando se descobre o inevitável - que não se pode domar a natureza.
Há plantas que não exalam seu "perfume característico" senão por meio da fotossíntese. Uma sublime experiencia biotecnológica natural que se transforma durante o dia (ou a noite, conforme a espécie) num frescor e em sensações.
Pois bem. Em plena floresta amazônica em 2008 vimos o cenário de cima: buritizeiros! Árvores mui inteligentes que sabem muito bem onde crescer - perto de charcos -, informando ao desbravador que lá próximo, bem próximo, há água. Elas só nascem ondem há abundante presença de água.
Essa paisagem, quando se pensa numa densa floresta como a Amazônia, contrasta muito o imaginável - Amazônia igual a "Floresta Densa", ou seja, nem tudo o que se imagina é real. E isso vale exatamente a experiência inicial, de querer tirar aromas de plantas que fazem fotossítense. Formas há, mas só quando se descobre o inevitável - que não se pode domar a natureza.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Eis que nos rendemos à floresta densa
Floresta. Para entender o tom dessa palavra a pessoa tem que pensar efetivamente que ela, neste ambiente, é parte do ecossistema, tal qual uma formiga-cortadeira ou a brisa que sopra. Não importa: precisa estar inserido na floresta. Esqueça o dia-a-dia de onde você veio. A realidade é outra e seu dia-a-dia também. A saga para criar pode começar em frente ao notebook ou da árvore que está atrás deste blog. Nào importa: a floresta que nos rodeia é tão densa quanto nossos neurônios. Nesta parte, não há fotos pois usaremos a "teia de conexões" que fazem o ser humano se tornar parte da floresta real ou de seus emaranhados pensamentos.
Iniciamos a jornada rumo onde se pode chegar a pé
Sim, o título é esse mesmo. A jornada se inicia e pretendemos escrever um pouco sobre a saga de criação, inovação e empreendedorismo, vendendo "sapatos onde ninguém usa" e apostando no futuro no qual acreditamos.
Realmente escrever a edição 1 para quiças alguém ler um dia torna esta jornada tão intrigante quanto ser estrangeiro numa floresta ou num deserto; claro, basta estar num desses momentos para saber que tudo o que você sabe não servirão para nada.
Todas as fotos postadas são de nossa autoria, num momento sublime em que percebemos que lá estava um momento único e que deveria ser registrado. Esta foto, por exemplo, tirada em Jalapão, um céu de azul indescritível, mostra uma curiosa reflexão que nos faz olhar para cima e repetir a frase dos antigos gregos: "de onde vim, para onde vou". Bom, a jornada não será tão filosófica assim.
Realmente escrever a edição 1 para quiças alguém ler um dia torna esta jornada tão intrigante quanto ser estrangeiro numa floresta ou num deserto; claro, basta estar num desses momentos para saber que tudo o que você sabe não servirão para nada.
Todas as fotos postadas são de nossa autoria, num momento sublime em que percebemos que lá estava um momento único e que deveria ser registrado. Esta foto, por exemplo, tirada em Jalapão, um céu de azul indescritível, mostra uma curiosa reflexão que nos faz olhar para cima e repetir a frase dos antigos gregos: "de onde vim, para onde vou". Bom, a jornada não será tão filosófica assim.
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