mesmo quando pensamos em não existir sequer um ser humano, ao longo do Amazonas nos deparamos com uma casa.
Nesta longinqua casa ribeirnha tinha "quase tudo": um bom café "passado" (como dizem), uma tapioca maravilhosa, os aromas de seivas, peixes e coisas da natureza e muita paz! De que se preocupar? Apenas do inesperado, ou seja, o que a natureza achar por bem fazer para essa família. Contudo, o patriarca já mata a charada: "num si preocupe. fio! nóis intendi a froresta e ela nos intendi. Tudo dá sempre certo". Mesmo que o português não esteja "falado" de forma correta, vale os brilho dos olhos deste patriarca, de poucos dentes, feliz por tomarmos um café bem "passado" com eles! Ir embora? "mas nem, fio!". E sorri!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Há o que se orgulhar quando ouvimos boas novas!
Em plenas dunas tupiniquins, há o que se orgulhar quando ouvimos boas novas! Às vezes pensamos ser únicos, ser a exceção da massa que pensa, vive e ouve coisas fúteis! Não há o que se espantar! somos bombardeados pelo pouco de cultura que resta nas grandes mídias, tramam valores diferentes, simplemente consumista e egocentrista, puro prazer!
Os valores se vão tal qual as areias no vento. Impressiona como o efeito manada turva nossa visão e nos tornamos "os de fora".
Mas, vejam. Encontramos um singelo caminhante com sua carruagem e sua "espada"; transforma a dúvida numa sublime certeza de que há pessoas que ainda vivem nos valores e não nas futilidades. Confortante saber isso e ter certeza que a arte, o saber fazer, não será tragado pelas areias!
Meu longinquo amigo. Continue "tocando" por essas bandas a música de valores e sabedorias que transpassam a comunicação em massa e vibram com o vento, eternizando o clamor da verdade!
Os valores se vão tal qual as areias no vento. Impressiona como o efeito manada turva nossa visão e nos tornamos "os de fora".
Mas, vejam. Encontramos um singelo caminhante com sua carruagem e sua "espada"; transforma a dúvida numa sublime certeza de que há pessoas que ainda vivem nos valores e não nas futilidades. Confortante saber isso e ter certeza que a arte, o saber fazer, não será tragado pelas areias!
Meu longinquo amigo. Continue "tocando" por essas bandas a música de valores e sabedorias que transpassam a comunicação em massa e vibram com o vento, eternizando o clamor da verdade!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
A busca nas areias do conhecimento escondido
Em locais que ora se mostram inóspitos neste biodiverso Taerra Brasilis, nos deparamos com uma paisagem estupidamente vislumbrante. Olhar ao redor e em todos os lados nos deparamos com a mesma paisagem. Elementos simples como areia, vento, vento areia e... cajus! E o céu nos lembra quão imenso universo nos observa por todos os lados em olhos azuis e de mesma proporcionalidade olhos castanhos minúsculos e claros nos despem.
A mágica paira com o vento, traz consigo areias; areias grudam em nossa pele, em nosso cabelo, e logo partem para se misturarem com outras... troca de energia, certamente.
Nesta composição inóspita, encontramo-nos com um "eu" que deixa pegadas e interage com o meio ambiente, mesmo quando parado. Não se percebe nada mais calado senão sua sobra que, com o calor do sol ardente no corpo, sequer transpassa estas areias pelas quais ele passa.
Pegamos um punhado destas areias pelas mãos e as jogamos para que o vento as levassem. E poucas realmente foram levadas e o punhado preferiu ficar onde estava. Pois bem, não era a hora nem o momento pois não podem ser manipuladas por nós tal qual imaginávamos.
A mágica paira com o vento, traz consigo areias; areias grudam em nossa pele, em nosso cabelo, e logo partem para se misturarem com outras... troca de energia, certamente.
Nesta composição inóspita, encontramo-nos com um "eu" que deixa pegadas e interage com o meio ambiente, mesmo quando parado. Não se percebe nada mais calado senão sua sobra que, com o calor do sol ardente no corpo, sequer transpassa estas areias pelas quais ele passa.
Pegamos um punhado destas areias pelas mãos e as jogamos para que o vento as levassem. E poucas realmente foram levadas e o punhado preferiu ficar onde estava. Pois bem, não era a hora nem o momento pois não podem ser manipuladas por nós tal qual imaginávamos.
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