quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

A busca nas areias do conhecimento escondido

Em locais que ora se mostram inóspitos neste biodiverso Taerra Brasilis, nos deparamos com uma paisagem estupidamente vislumbrante. Olhar ao redor e em todos os lados nos deparamos com a mesma paisagem. Elementos simples como areia, vento, vento areia e... cajus! E o céu nos lembra quão imenso universo nos observa por todos os lados em olhos azuis e de mesma proporcionalidade olhos castanhos minúsculos e claros nos despem.

A mágica paira com o vento, traz consigo areias; areias grudam em nossa pele, em nosso cabelo, e logo partem para se misturarem com outras... troca de energia, certamente.


Nesta composição inóspita, encontramo-nos com um "eu" que deixa pegadas e interage com o meio ambiente, mesmo quando parado. Não se percebe nada mais calado senão sua sobra que, com o calor do sol ardente no corpo, sequer transpassa estas areias pelas quais ele passa.

Pegamos um punhado destas areias pelas mãos e as jogamos para que o vento as levassem. E poucas realmente foram levadas e o punhado preferiu ficar onde estava. Pois bem, não era a hora nem o momento pois não podem ser manipuladas por nós tal qual imaginávamos.

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